terça-feira, 8 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Cibercrimes e proteção de dados
Tecnologias emergentes: Twitter - Orkut -Youtube - Blog - SMS - Chat -Volp - Wiki - Redes Sociais e Google.
Internet - Intranet - Extranet - E- business
TI como serviço para pequenas e médias empresas
Em 1995, Sergey Brin e Larry Page, dois jovens universitários (23 e 24 anos, respectivamente)
matriculados no curso de Doutorado em Informática da Universidade de Stanford, conheceram-se e
discutiram sobre as dificuldades para obter informação relevante na Internet. As ferramentas de
busca mais populares da época buscavam as páginas que exibissem a informação solicitada, sem se
preocupar com sua relevância ou credibilidade.
Começaram a desenvolver um algoritmo, chamado posteriormente de PageRank, para busca de
dados na Biblioteca Digital da Universidade de Stanford. No começo de 1996, usaram esse mesmo
algoritmo numa ferramenta de busca chamada BackRub (algo como “tapinha nas costas”).
O algoritmo considera os links que apontam para uma determinada página de forma análoga às
referências em documentos científicos. Dessa forma, quanto mais referenciada uma página for, mais
confiável ou relevante deverá ser o seu conteúdo.
Pouco tempo depois, no fim de 1997, o nome BackRub foi alterado
para Google, um trocadilho com o termo matemático “googol”, numa
alusão à missão de organizar a aparentemente infinita World Wide
Web (WWW). . O IPO do Google em 2004 talvez tenha sido o marco para a entrada nesta nova fase de otimismo pragmático do mercado em relação a web. O termo Web 2.0 certamente ajudou a consolidar esta nova percepção de valor da internet, agora com modelos de negócio apresentando retornos reais.
Googol – Termo matemático
criado por Edward Kasner,
correspondendo à grandeza
da centésima potência de dez.
Ou seja, o número um
seguido por cem zeros.
sábado, 28 de novembro de 2009
Aplicação em Gestão (ERP,CRM,BI)
Para começarmos a entender o ERP, é importante sabermos que ele não possui nenhuma ligação direta com a sua sigla. Esqueça a palavra planejamento, ele não faz isso, e esqueça a palavra recurso, um termo descartável. Mas lembre-se da parte empresarial. Ele serve para integrar todos os departamentos e funções de uma companhia em um simples sistema de computador que pode servir a todas necessidades particulares de cada uma das diferentes seções.
É um grande desafio construir um único programa de software que supra as necessidades do departamento financeiro, assim como dos trabalhadores de recursos humanos e também do depósito e é isso que o ERP faz. Cada um desses departamentos, tipicamente, possuem seu próprio sistema de computador, cada um aperfeiçoado para cada necessidade, para a forma de trabalho de cada departamento. O ERP combina todos eles juntos em um só programa de software integrado que trabalha com um banco de dados comum. Dessa forma, os vários departamentos podem mais facilmente dividir informações e se comunicar entre si.
Essa abordagem integradora pode dar um grande retorno financeiro se as companhias instalarem o software adequadamente. Pegue o pedido de um cliente como exemplo: tipicamente, quando um cliente faz um pedido, aquele pedido começa uma jornada em papel, de um lugar para outro na empresa, sendo digitado e redigitado em vários computadores ao longo do caminho. Toda essa jornada causa atrasos e perdas de pedidos, e cada digitação, em um diferente sistema, é convidativo a erros. Ao mesmo tempo, nenhuma companhia sabe realmente em que estágio um pedido se encontra em um determinado momento porque não há como o departamento financeiro, por exemplo, entrar no computador do depósito para ver se o item foi embarcado. "Você terá que ligar para o depósito", é a resposta familiar dada aos frustrados consumidores.
Como o ERP pode melhorar a performance de uma empresa? ERP automatiza as tarefas envolvendo a performance de um processo, tal qual a finalização de um pedido, o qual envolve pegar o pedido de um cliente, enviá-lo e cobrá-lo. Com o ERP, quando um representante recebe o pedido de um cliente, ele ou ela, tem todas as informações necessárias para completá-lo. Todas as pessoas na empresa vêm o mesmo visor e têm acesso a um único banco de dados que guarda o novo pedido do cliente. Quando um departamento termina a sua parte em um pedido, este é enviado automaticamente para o próximo departamento via ERP. Para saber em que ponto está um pedido, em um determinado momento, é só checar no ERP. Com sorte, o processo se move como um raio dentro da organização, e os clientes recebem seus pedidos mais rapidamente que antes. O ERP consegue aplicar essa mesma mágica à maioria dos processos empresariais, tal qual manter os funcionários informados sobre seus benefícios ou sobre decisões financeiras em geral.
Há três razões principais pelas quais firmas adotam o ERP: - Para integrar dados financeiros: Para diretores e gerentes de empresa entenderem a performance geral da companhia, eles podem encontrar diferentes versões da verdade. O financeiro tem os seus números, vendas tem outra versão, e as diferentes unidades podem, cada uma, ter a sua própria versão do quanto eles podem contribuir para a receita. O ERP cria uma única versão da verdade que não pode ser questionada porque todos estão usando o mesmo sistema. - Para uniformizar o processo de manufatura: As e mpresas geralmente descobrem que diferentes unidades da empresa usam diferentes métodos e sistemas de computador. Uniformizar esses processos, usando um único e integrado sistema de computador, pode economizar tempo, aumentar a produtividade e reduzir gastos. - Para uniformizar as informações de RH: Principalmente em firmas com múltiplas unidades de negócio, o departamento de Recursos Humanos talvez não tenha um único e simples método para acompanhar o tempo dos empregados e comunicá-los sobre seus benefícios e serviços. O ERP pode fazer isso e muito mais pode controlar todas as operações de um RH tais como, folha de pagamento, planejamento de férias, horas por dia de trabalho, etc.. http://www.mbsistemas.com.br/erp.asp